Matéria recente publicada pelo Globo Rural (que pode ser lida aqui), indica que com a colheita do amendoim se aproximando do fim em São Paulo, o principal estado produtor do Brasil, responsável por cerca de 90% da produção total, os agricultores que apostam na cultura estão desanimados.
IA escassez de chuvas prejudicou a produtividade das lavouras, resultando em uma redução no volume da colheita esperada para a safra 2024.
As novas projeções da safra 2023/24 divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)1 corroboram a visão dos produtores que compartilharam suas experiências coma jornalista Maria Emília Zampieri, responsável pelo artigo original no qual se baseia o presente texto.
Durante o plantio, quando uma área 15% maior foi semeada, esperava-se alcançar um volume até 6% superior ao da safra 22/23 (conforme projeções anteriores divulgadas pela Conab).
Entretanto, embora o volume possa aumentar em até 3,8% em relação ao ciclo anterior (equivalente a 927 mil toneladas), o sentimento predominante é de frustração em relação ao esperado.
Mesmo com uma produção aquém das expectativas, espera-se que o mercado de amendoim permaneça forte, com preços elevados, de acordo com análises do Instituto de Economia Agrícola do Estado de São Paulo.
"Ano após ano, o Brasil vem aumentando sua participação no mercado internacional de amendoim in natura, óleo e farelo, e a tendência é continuar ganhando espaço, já que as importações globais do produto estão crescendo cerca de 3% ao ano. É aqui que o Brasil tem a oportunidade de expandir sua presença," disse Renata Martins Sampaio, pesquisadora do IEA, para o Globo Rural2.
De acordo com a Conab, no estado de São Paulo, principal produtor de amendoim do país, com 210 mil hectares plantados, o cenário positivo tem atraído até mesmo agricultores que investem na cultura como sua opção principal, em vez de apenas uma alternativa à rotação com a cana-de-açúcar.
Dados divulgados pelo IEA3 destacam que em 2023 o Brasil continuou a crescer no setor internacional de amendoim. Comparado a 2022, houve um aumento de 4,28% no volume exportado e de 33,40% nos valores. Foram exportadas 297 mil toneladas de amendoim, totalizando US$ 443 milhões.
Os principais destinos do amendoim ficaram concentrados em três países: Rússia (28,31%), Argélia (23,59%) e Holanda (9,56%).
"Além desses três, que juntos representam 61% das exportações, outros 87 países receberam amendoim in natura brasileiro e podem ver seu volume aumentar a curto prazo. As portas estão abertas, e a chave é o Brasil ter o volume para oferecer," avalia Renata.
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Fontes utilizadas para a escrita desse artigo:
2 https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/serie-historica-das-safras/itemlist/category/899-amendoim
3 http://www.iea.agricultura.sp.gov.br/out/TerTexto.php?codTexto=16115